quarta-feira, 28 de novembro de 2012

“Temos coragem?” pergunta-me querido marido.
Presentemente, sinto a minha vida um pouco como uma teia que foi crescendo ao meu redor, numa sequência de acontecimentos (uns bons, outros necessários) que fazem do meu viver o que ele é hoje. De facto, poucas foram (ou são) as decisões totalmente livres. A maioria das escolhas acaba sempre por estar condicionada a um comboio de outras opções e alternativas passadas. Acho que é assim mesmo a vida! Embarca-se e depois é aguentar o barco.
Mas o futuro ainda está por escrever...
e se houver outro porto e outro barco?  Haverá coragem????

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